queria escrever, mas minha cabeça não reage.
queria sair daqui, mas meu corpo não se move.
ouvi: isso também passa!
mas está custando muito a passar, a melhorar...
"
Solidão amiga do peito
Me dê tudo que eu tenha por direito
Me diga, me ensina
Ao dormir não sinto medo
Há um sol, existe vida
Me trate com jeito
Eu tenho saída
Eu quero calor e o mundo é frio
Minha vaidade não enxerga o paraíso
Eu preciso de alguém pra fugir,
sem avisar ninguém
Não vou olhar pra trás
A saudade está morta
E já não me importa
Está longe demais
Longe demais de tudo
Eu estou longe demais
Longe demais de tudo
Eu estou longe demais
Tão perto de mim
Tão longe de tudo"
14 de julho de 2010
14 de junho de 2010
luneta
Um primeiro amor, o céu..
O céu de menina que olhava como se o brilho das estrelas se consistissem no brilho dos olhos dela, tratava a lua como mãe e foi dela quem pediu a primeira benção.
Estranho, ela nunca contou quantos vagalumes no céu voavam longe o alcance das suas mãos..
A primeira gratidão foi ao sol que esquentava aquelas manhãs um tanto frias da serra....
Depois re reconheceu o mar, aquele espelho....
Que em noite de lua fazia com que os vagalumes tomassem conta de seu corpo dentro d’agua fazendo dela assim, pedaço de céu pleno. Areia entre os dedos, gosto de sal, cheiro de maresia, calor. Foi o amor novamente.
Mais tarde enquanto aprendia a ser e crescer, se soube flor. E talvez, nessa transição tenha e preparado a olhar-se de modo consciencioso e perceber desta maneira a sua plenitude, a qual ela ainda busca palavras para explicar e um bom conceito para dar nome a esse estado... pensou em “luminescência” mas ainda não é isso.... bobagem de menina que gosta de dar letrinhas a tudo.
Porque essas letrinhas sempre foram de certo um amor, e amor não se guarda, se emana
então ela tenta dar a quem pode letrinhas... dar a quem pode amor.
O céu de menina que olhava como se o brilho das estrelas se consistissem no brilho dos olhos dela, tratava a lua como mãe e foi dela quem pediu a primeira benção.
Estranho, ela nunca contou quantos vagalumes no céu voavam longe o alcance das suas mãos..
A primeira gratidão foi ao sol que esquentava aquelas manhãs um tanto frias da serra....
Depois re reconheceu o mar, aquele espelho....
Que em noite de lua fazia com que os vagalumes tomassem conta de seu corpo dentro d’agua fazendo dela assim, pedaço de céu pleno. Areia entre os dedos, gosto de sal, cheiro de maresia, calor. Foi o amor novamente.
Mais tarde enquanto aprendia a ser e crescer, se soube flor. E talvez, nessa transição tenha e preparado a olhar-se de modo consciencioso e perceber desta maneira a sua plenitude, a qual ela ainda busca palavras para explicar e um bom conceito para dar nome a esse estado... pensou em “luminescência” mas ainda não é isso.... bobagem de menina que gosta de dar letrinhas a tudo.
Porque essas letrinhas sempre foram de certo um amor, e amor não se guarda, se emana
então ela tenta dar a quem pode letrinhas... dar a quem pode amor.
4 de junho de 2010
poeira
O sol voltou a pôr-se e já lá vão uns diasQue acabo por não vê-lo entregue a noites friasHá sempre tanta coisa que no fundo não se entendeE há sempre tanta vida nas vidas de tanta gente...
Esperei por ti mas nunca vieste, apanhaste muito trânsito
É, neste mundo é mesmo assim, impregna as almas de pânico
Vi-me obrigado a ensinar-te o que tinha de aprender
É, nem tudo o que se perde é deitado a perder
Há quem sorria na morte e há quem morra a vida inteira
Mas no fim de contas é tudo poeira....
E nada acontece como se espera...
E é então que descobrimos
Que não somos já nós próprios
Tornámo-nos mais uma
Entre as outras fotocópias....
E no fim de contas é tudo poeira
Aprendi a não ser amo quando me tornei teu escravo
Apesar de ainda ser tudo, tudo isso ao fim e ao cabo
Só que agora já sei bem o que vale um homem livre
É, sei que a vida não vai ser nenhum sonho que eu tive
Escrevi-te alguns poemas mas arderam na fogueira
Sim, no fim de contas é tudo poeira
E até era bom acreditar no que o teu amor me deu
Mas todas as noites adormecias primeiro que eu
Há sempre alguém a quem não damos devido
A alguém a quem demos demais
Temos tendência a confundir o mundo inteiro
Com os nossos pais...
O sol voltou a pôr-se e já lá vão uns dias que eu não te encontro,
Que tu não me arrepias
Um dia hei-de dizer-te cada uma das verdades
Que me entopem a mente e me enganam aos bocados sim...
Chega um dia em que é preciso avançar por outra estrada
Sem esperar de nenhum ser absolutamente nada
jorge cruz
31 de maio de 2010
deve ser assim que se começa
Então,, ele tava por cá
ela tava por lá e pronto.
Mas como fazer pra entender a cabeça dessa menina
que só sente apego ao que não vai ser dela
ao que é de todos....o mar...
E como entender a necessidade dela de se afastar
A vontade dela de ir
O coração dela que não aceita exigencias
como algo que parece não fazer negociação
E então, como ele entenderia que houve encanto
por hora ela prefere ficar de canto
por não saber cantar as palavras do sorriso gostoso do menino
E como ela entenderia que não houve exigencias
E como ele entenderia que talvez possa ser medo
E como ela entenderia que talvez possa não ser apego
Ele tinha barba ruiva e lia o que ela gostava de ler
contava as hitórias que ela gostava de ouvir
entendia dos mesmos assuntos
e supreendia o dia com suas arrumações
Ela tinha cara de sono
Falava suspiro de modo engraçado
que causava riso nele
que causava nela....
28 de maio de 2010
assalto!
e foi de assalto e ele disse: passa a bolsa!!
e as coisas ficaram confusas,
onde esta a Renata?
Larguei a minha bolsa.
ta tudo bem?
....tinha coisas ali que eu gostaria de guartdar, outras que eu gostaria de ter, outras que me faziam bem.
naquela bolsa velha e surrada havia uma memória de lugares encantados e ainda se podia sentir o cheiro de mar, tinha algo vermelho que me lembrava carinho de mãe em despedida, algo azul claro que me lembrava natais coloridos.
tinha seriedade das matérias dadas em aula.
Tinha a imagem deles que me fazem bem e de minhas letrinhas, de mim em alguns tempos.
Tinha a segurança do chamado dinheiro.
Tinha o presente sendo feito.
e eles sem por favor, sem lógica olhando de cá levaram tudo que eu começava a me apegar.
e eles levaram tudo...
e mesmo assim ainda fiquei cheia, cheia de porques antigos, cheia de tudo que sempre tive, talvez agora com mais entendimento e verdade do que me é necessario.
naquela bolsa tinha pedaços do meu mim, mas eu ainda me sinto integra aqui.
levando a vida tranquila, sem apegos só com vida!
sem ter medo do mundo, sem ter medo do outro...
e as coisas ficaram confusas,
onde esta a Renata?
Larguei a minha bolsa.
ta tudo bem?
....tinha coisas ali que eu gostaria de guartdar, outras que eu gostaria de ter, outras que me faziam bem.
naquela bolsa velha e surrada havia uma memória de lugares encantados e ainda se podia sentir o cheiro de mar, tinha algo vermelho que me lembrava carinho de mãe em despedida, algo azul claro que me lembrava natais coloridos.
tinha seriedade das matérias dadas em aula.
Tinha a imagem deles que me fazem bem e de minhas letrinhas, de mim em alguns tempos.
Tinha a segurança do chamado dinheiro.
Tinha o presente sendo feito.
e eles sem por favor, sem lógica olhando de cá levaram tudo que eu começava a me apegar.
e eles levaram tudo...
e mesmo assim ainda fiquei cheia, cheia de porques antigos, cheia de tudo que sempre tive, talvez agora com mais entendimento e verdade do que me é necessario.
naquela bolsa tinha pedaços do meu mim, mas eu ainda me sinto integra aqui.
levando a vida tranquila, sem apegos só com vida!
sem ter medo do mundo, sem ter medo do outro...
25 de maio de 2010
para quando o amor se vai ao mais longe...
eu vou me lembrar de outro lugar onde lhe vi pela primeira vez...
dos outros primeiros beijos,
e tavez o pedaçinho de céu ainda seja o mesmo, daquele guardado em nossa boca
e ainda exista aquela constelação chamada teu olhar em que me vi pela primeira vez.
vou....
vou me lembrar de outro mar, verde como o menino ali, azul como a menina ali.
ainda sim, vou....
vou fazer paz das distancias que trilhamos
vou....
vou fazer riso dos aprochegos que ainda sobram
e me refazer possibilidades dos sentidos que sentimos (sen)sentido que ainda reverberam...
e ainda sim,
vou colar na parede o pedaço do sorriso que me deu pela primeira vez....
e guardar como recordação das memórias que você me fez
e brincar de tentar outra vez...
dos outros primeiros beijos,
e tavez o pedaçinho de céu ainda seja o mesmo, daquele guardado em nossa boca
e ainda exista aquela constelação chamada teu olhar em que me vi pela primeira vez.
vou....
vou me lembrar de outro mar, verde como o menino ali, azul como a menina ali.
ainda sim, vou....
vou fazer paz das distancias que trilhamos
vou....
vou fazer riso dos aprochegos que ainda sobram
e me refazer possibilidades dos sentidos que sentimos (sen)sentido que ainda reverberam...
e ainda sim,
vou colar na parede o pedaço do sorriso que me deu pela primeira vez....
e guardar como recordação das memórias que você me fez
e brincar de tentar outra vez...
14 de maio de 2010
hj di noite!
tava tudim cheio de farinha
bolinhas voando
amorosidade no coração
mas de repente....
noite escureu
e nada sobrou!
bolinhas voando
amorosidade no coração
mas de repente....
noite escureu
e nada sobrou!
7 de maio de 2010
Elephant Gun
A canção entrava nos ouvidos dela pelo o resto da noite...
Ela queria saber o que aqueles sons significavam,
não as palavras
“And it rips through the silence, all. That is left is all. That I hide”
Mas os sons?? O que elá escondia??
E o não saber ainda a embaralhava...
as lembranças que vinham eram suavez e gostosas apesar do nada que ela sentia...
Não era como ver um copo meio vazio e sim, se reconhecer nesse estado total de novas possibilidades.
Era como ver um corpo estirado carinhosamente no meio do espaço ao lado das estrelas... e o que havia ali dentro? O que aquele corpo deveia estar pensando para se deitar no espaço?
Ela não sabia de tudo, ela sabia do nada!
Porque apesar do seu aparente não saber, ela se achava sabendo demais e sabia tanto que chegava a não saber oque nela se fazia presente...
Seus olhos tilintavam:
Amor platônico,
Encantamento ou algo que quis por amor ou besteira...não me lembro...mas que continua e acaba a cada domingo ou terça-feira!
Ele,, com a mente mais perto do que devia e o corpo mais longe que gostaria.
Tudo aquilo, que se começou não sei quando, que não deu certo desde sempre e que ainda maquina na cabeça dela se um dia irá dar e se só é bom por que nunca deu certo.
E se não deu certo porque foi tão bom?
E tudo isso faz parte do vazio total....
Ali também se encontram os amigos-amores de infância que conheceu a pouco e que desde o primeiro “oi” lhe deram todas as crenças pela gratidão do existir...
Os modos diferentes de se tomar café, também fazem parte disso, as nuvens brancas que saem da boca ao cair da noite, as palavras e o conhecimento formal, como por aqui chamariam a encantava de um modo que ela ficava com as bochechas rosadas e testas franzidas querendo tanto saber o por que de tudo aquilo...
As imensas árvores, a sua força, a sua flor e a sua saudade.
Ela sabia de tudo isso e mesmo assim ainda não decifrara os sons daquela musica
O não saber a embebedava pelo correr da noite....
E talvez a música já nem a importava tanto....
E no final das contas talvez ela só quisesse saber se seus pés, mãos e nariz ficavam gélidos pela experiência total de estar vivo, pela saudade, pelo novo ou pelo frio mesmo?
Ela queria saber o que aqueles sons significavam,
não as palavras
“And it rips through the silence, all. That is left is all. That I hide”
Mas os sons?? O que elá escondia??
E o não saber ainda a embaralhava...
as lembranças que vinham eram suavez e gostosas apesar do nada que ela sentia...
Não era como ver um copo meio vazio e sim, se reconhecer nesse estado total de novas possibilidades.
Era como ver um corpo estirado carinhosamente no meio do espaço ao lado das estrelas... e o que havia ali dentro? O que aquele corpo deveia estar pensando para se deitar no espaço?
Ela não sabia de tudo, ela sabia do nada!
Porque apesar do seu aparente não saber, ela se achava sabendo demais e sabia tanto que chegava a não saber oque nela se fazia presente...
Seus olhos tilintavam:
Amor platônico,
Encantamento ou algo que quis por amor ou besteira...não me lembro...mas que continua e acaba a cada domingo ou terça-feira!
Ele,, com a mente mais perto do que devia e o corpo mais longe que gostaria.
Tudo aquilo, que se começou não sei quando, que não deu certo desde sempre e que ainda maquina na cabeça dela se um dia irá dar e se só é bom por que nunca deu certo.
E se não deu certo porque foi tão bom?
E tudo isso faz parte do vazio total....
Ali também se encontram os amigos-amores de infância que conheceu a pouco e que desde o primeiro “oi” lhe deram todas as crenças pela gratidão do existir...
Os modos diferentes de se tomar café, também fazem parte disso, as nuvens brancas que saem da boca ao cair da noite, as palavras e o conhecimento formal, como por aqui chamariam a encantava de um modo que ela ficava com as bochechas rosadas e testas franzidas querendo tanto saber o por que de tudo aquilo...
As imensas árvores, a sua força, a sua flor e a sua saudade.
Ela sabia de tudo isso e mesmo assim ainda não decifrara os sons daquela musica
O não saber a embebedava pelo correr da noite....
E talvez a música já nem a importava tanto....
E no final das contas talvez ela só quisesse saber se seus pés, mãos e nariz ficavam gélidos pela experiência total de estar vivo, pela saudade, pelo novo ou pelo frio mesmo?
3 de maio de 2010
estado lunar!
Ela não teria muito a dizer,,
mas esperava que o Efeito Lunar dentro dela não passasse
o Reboliço de Ancas
Coração a Mil
Amor Latente
o Mundo nas Pontas dos Dedos
Devoração!
Risos de Canto de Boca
Olhares Maliciosos
Ternura.
o segredo de uma multidão
culpa o nome dele
vontade o nome dela
por um tanto de brincadeira
por um tanto de amor
por um tanto de liberdade
e aproxego!
"Ela é minha orgia Meu quitute Insaciável apetite Numa ceia de natal
Ela é minha bela Meu brinquedo Minha certeza, meu medo É meu céu e meu mal
Ela é o meu vício E dependência Incansável paciência E o desfecho final
Minha meta, minha metade Minha seta, minha saudade
Minha diva, meu divã Minha manha, meu amanhã"
Lenine
1 de maio de 2010
quando ela chegar...
há uma certeza que não necessariamente seja verdade
que me traz certa angustia e certo amor
parece que o tempo aqui é curto e minha flor não vai durar muitomas entenda eu fui flor
e isso já é uma plenitude que cheguei por merecimento e gratidão
entendam quando a hora chegar
e eu sei que vai chegar
quero encara-la com brilho nos olhos
graciosidade e leveza
não importando muito como aconteça
sabendo que perdoei e fui perdoada
pelo simples fato de ter me conhecido
por viver dentro de mim!
quero aplausos se eu merecer,,
quero dia de sol e mar
quero ser levada pelo vento....
quero ir embora com a mesma amorosidade que cheguei...
quero amor mór...
quero ser motivo de abraço e risada
é que essa hora vai chegar
ás vezes posso até ver
e quando for e eu for
que seja com amor
de quem viveu bem e muito!
27 de abril de 2010
Sabrina!!
"Algo em comum, uma em outra, sem sequer saber ou querer. Como o frio quando dói por entre o dentes, quando o como.Sem querer o tempo. Temos algo em comum, como o irriquieto movimento das pálpebras, como durmir. Como o medo das coisas grandes e dos contrários.Gosto dos contrários do que digo que escrevo que gosto, porque assim não se sabe, do que sou.Algo em comum como não querer, sem saber do tempo. Sem ter frio, muitas vezes, sem mexer as pálpebras."
http://quartofechado.weblog.com.pt/arquivo/photografia/m1.html
Dois Presentes: Dois maravilhosos presentes dela pra eu!
http://quartofechado.weblog.com.pt/arquivo/photografia/m1.html
Dois Presentes: Dois maravilhosos presentes dela pra eu!
25 de abril de 2010
hi!!
Ele já se chegou fazendo cafuné,
o segundo passo foi me mostrar o seu jardim
como se não bastasse me deu flores
e quando eu já achava que era demais
me pediu em casamento,, me deu opções
e massagem.
Cabelos longos, mãos grandes
uma tentativa de barba...
um sotaque estranho,,
homem livre ou autônomo
gosta de fazer tudo bem feito
musico de bom gosto
possuidor de geladeira e fogão vermelhos
e de parecer bem inteligente
Olhando-o assim quase pareço indefesa
mas ainda faço graça com esses casamentos
com essas filosofias e amarrações!
Crendo no que me é bonito
me ame pacificamente
sem esperas, sem esperar
amanhã a gente vê como fica
e ficamos assim até o sol chegar
nessa sensação saborosa!
o segundo passo foi me mostrar o seu jardim
como se não bastasse me deu flores
e quando eu já achava que era demais
me pediu em casamento,, me deu opções
e massagem.
Cabelos longos, mãos grandes
uma tentativa de barba...
um sotaque estranho,,
homem livre ou autônomo
gosta de fazer tudo bem feito
musico de bom gosto
possuidor de geladeira e fogão vermelhos
e de parecer bem inteligente
Olhando-o assim quase pareço indefesa
mas ainda faço graça com esses casamentos
com essas filosofias e amarrações!
Crendo no que me é bonito
me ame pacificamente
sem esperas, sem esperar
amanhã a gente vê como fica
e ficamos assim até o sol chegar
nessa sensação saborosa!
21 de abril de 2010
no mundo dela!
os dias de chuva consomem um tanto a menina,,
ainda mais quando ela se encontra do lado de dentro dela mesma
talvez seja porque a água que escorre na rua
vira caraminhola dentro dela
talvez se ela estivivesse no meio da água seria uma benção dos céus
regando o sorriso,
aqueles pingos no seu corpo... estado de alegria e saudade...
seria a fé que a chuva lava a alma e muda os caminhos
ai ela não necessariamente ia continuar gostando dele
ele não necessariamente ia continuar pensando nela
existiriam outros tipos de barba pelo mundo
sei lá... azuis, pretas, roxas e loiras
e as ruivas não seriam mais as únicas
os olhos não seriam só verdes ou azuis
seriam também castanhos, cinzas,cor de mel ou de lua
as coisas não se dividiriam em perto ou longe
e sim,, em próximo e muito próximo
seria aceitável amar duas pessoas
ou somente gostar delas simultaneamente
sem ter que haver escolhas
e o tempo se tornaria largo para que o aprochego durasse o suficiente
os negrinhos seriam feitos de galegos hermosos
e seria possível amolegar o vento e os sorrisos!
19 de abril de 2010
15 de abril de 2010
oenrolodoenrolado
existe um embaralhado por aqui
e algo que aumenta e diminui...
o sorriso ta largo,,
um misteriozinho na barriga
um tanto de saudade,,
um estado de amor latente...
um não sei oq por não sei quem...
LIBERDADE
e é tudo por AMOR e por BESTEIRA!!
é por ele e por aquele também
ou por ninguem,, mesmo
é a vontade se sorrir
barba pra brincar
e o apego começa e se desfaz,, ahh e como faz
esse tal de bem querer
cosquinha no pé e besteiras,,
e é tudo bom e bonito...
saudade do samba de lá
de bater na palma e girar na roda
saudade do rio e uma vontade de aqui ficar
é que todo mundo sabe o que era pra ninguem saber
um segredo espalhado
aiii aii perigo ao anoitecer
mas eu não conto se tu não contar!
e diz ai: vai querer???
e algo que aumenta e diminui...
o sorriso ta largo,,
um misteriozinho na barriga
um tanto de saudade,,
um estado de amor latente...
um não sei oq por não sei quem...
LIBERDADE
e é tudo por AMOR e por BESTEIRA!!
é por ele e por aquele também
ou por ninguem,, mesmo
é a vontade se sorrir
barba pra brincar
e o apego começa e se desfaz,, ahh e como faz
esse tal de bem querer
cosquinha no pé e besteiras,,
e é tudo bom e bonito...
saudade do samba de lá
de bater na palma e girar na roda
saudade do rio e uma vontade de aqui ficar
é que todo mundo sabe o que era pra ninguem saber
um segredo espalhado
aiii aii perigo ao anoitecer
mas eu não conto se tu não contar!
e diz ai: vai querer???
12 de abril de 2010
ele é o meu estado latente de amor...
"...pra falar ate tendo dmais e sem saber por ond ou o q se diz qdo o sentido falto e diferenças se fazem os ausentes d se estar e ser..
vontade d comun unicar,, vontade d ter o qerer sem saber,,, perdido em algum lugar por dentro,, profundo e aberto,, sentindo cheio e oco,,
nao sei ond to,, qisera ter o agora,, em vc,, e bem ai tao perto e justo e so t sendo,, absinto-me d ti,,,
nem sempre tao vivo e ao vivo,, quase apagado,,,
to em fases d mingua,, espero ainda ser ainda quando o quando chegar,,
pelo menos ainda sei q me ouves quando lhe amando lhe emano e mando algo d q nao sei (d)escrever,, e tuas palavras me chegam e esticam-me um pouco um certo canto da boca fazendo ate se parecer com um sorriso pros q veem derrepente e vem de repente,,
e.. amor,, mór, maior..."
quando li... tudo foi ficando pequeno,
o coração quase não me dava espaço,
era ele novamente ou a gente se perdendo...
parece q tudo ja sumiu daqui,
mas ainda há um embaralhado q nele me liga
e me faz sem saber de tudo q se passa...nele_neu
é quando tudo oq se sente por cá.. bate no coração de lá...
ta tudo muito confuso... ta tudo meio assim
eu sei que ele me entenderia pelo simples fato d'eu procurar entende-lo...
o amor continua sendo de muito e maior
é que ele vai ser sempre ele,,
é que eu vou sempre ser eu
não vou conseguir omitir oque sinto
e nem desgostar do que gosto
e quase ninguem vai entender...
mas ainda espero sem esperar (rss)
um dia de sol tudo vai se clariar
nun dia assim eles vão entender
não,, ele não é o meu namorado
ele é o meu estado latente de amor...
vontade d comun unicar,, vontade d ter o qerer sem saber,,, perdido em algum lugar por dentro,, profundo e aberto,, sentindo cheio e oco,,
nao sei ond to,, qisera ter o agora,, em vc,, e bem ai tao perto e justo e so t sendo,, absinto-me d ti,,,
nem sempre tao vivo e ao vivo,, quase apagado,,,
to em fases d mingua,, espero ainda ser ainda quando o quando chegar,,
pelo menos ainda sei q me ouves quando lhe amando lhe emano e mando algo d q nao sei (d)escrever,, e tuas palavras me chegam e esticam-me um pouco um certo canto da boca fazendo ate se parecer com um sorriso pros q veem derrepente e vem de repente,,
e.. amor,, mór, maior..."
quando li... tudo foi ficando pequeno,
o coração quase não me dava espaço,
era ele novamente ou a gente se perdendo...
parece q tudo ja sumiu daqui,
mas ainda há um embaralhado q nele me liga
e me faz sem saber de tudo q se passa...nele_neu
é quando tudo oq se sente por cá.. bate no coração de lá...
ta tudo muito confuso... ta tudo meio assim
eu sei que ele me entenderia pelo simples fato d'eu procurar entende-lo...
o amor continua sendo de muito e maior
é que ele vai ser sempre ele,,
é que eu vou sempre ser eu
não vou conseguir omitir oque sinto
e nem desgostar do que gosto
e quase ninguem vai entender...
mas ainda espero sem esperar (rss)
um dia de sol tudo vai se clariar
nun dia assim eles vão entender
não,, ele não é o meu namorado
ele é o meu estado latente de amor...
8 de abril de 2010
é
Parece brincadeira,, e foi por besteira novamente...
e dessa vez arrisco a dizer seriamente que eu não queria...
um não querer como correr em camera lenta
e as mãos gélidas ficam soltas
sem caminho...
e as coisas ficam na cabeça,,
não é querer só pra mim...
mas um pouco mais...
e depois tudo se refaz
vai faltar um riso incontido
vai sobrar espaços
talvez seja o certo
talvez não
como se certo e errado fizessem parte...
"Falta tanta coisa na minha janela
Como uma praia
Falta tanta coisa na memória
Como o rosto dela
Falta tanto tempo no relógio
Quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência
Que me desespero
Sobram tantas meias-verdades
Que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos
Que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço
Dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer
Que nunca consigo
Sei lá,
Se o que me deu foi dado
Sei lá,
Se o que me deu já é meu
Sei lá,
Se o que me deu foi dado ou se é seu
Sei lá... sei lá... sei lá....
Se o que deu é meu...
Vai saber,
Se o que me deu , quem sabe?
Vai saber,
Quem souber me salve
Vai saber,
O que me deu, quem sabe?
Vai saber..."
e dessa vez arrisco a dizer seriamente que eu não queria...
um não querer como correr em camera lenta
e as mãos gélidas ficam soltas
sem caminho...
e as coisas ficam na cabeça,,
não é querer só pra mim...
mas um pouco mais...
e depois tudo se refaz
vai faltar um riso incontido
vai sobrar espaços
talvez seja o certo
talvez não
como se certo e errado fizessem parte...
"Falta tanta coisa na minha janela
Como uma praia
Falta tanta coisa na memória
Como o rosto dela
Falta tanto tempo no relógio
Quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência
Que me desespero
Sobram tantas meias-verdades
Que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos
Que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço
Dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer
Que nunca consigo
Sei lá,
Se o que me deu foi dado
Sei lá,
Se o que me deu já é meu
Sei lá,
Se o que me deu foi dado ou se é seu
Sei lá... sei lá... sei lá....
Se o que deu é meu...
Vai saber,
Se o que me deu , quem sabe?
Vai saber,
Quem souber me salve
Vai saber,
O que me deu, quem sabe?
Vai saber..."
6 de abril de 2010
algo inacabado....
O sol se levantava pontualmente as seis e dezoito da manhã do dia de sabado, acordando a nega pela janela da casa de estuque.
Começava sutil com raios aconchegantes pelos pes e gradualmente de forma delicada lhe subia as pernas ate a face,
ficava assim na altura dos olhos como quem pede para ser visto, era o modo gracioso de dar bom dia a menina.
Segundo as lendas ao redor de Mali, o país que carregava nela a batida africana do coração, era assim que se fazia amor, pelos olhos...
As cores da menina que habitava aquela cidade, escrita tambem por numeros e letras 11° 16' 0"N, 6° 30' 0" W, era diferente, enquanto as mulheres usavam o verde, amarelo e vermelho a menina era purpura no cabelo e por detras dos olhos.
Com a facerice nas mãos e uma certa magia ela cuidadosamente pintava os pes com mar, aquela agua salgada, imensa, onde se 'e mais leve e não se precisa de vento para sorrir.
O mar dela era verde cristalino ou azul iluminado, dependia muito do que nela havia, se era saudade e solitude, que nada tem haver com sofrimento, era verde. Mas se fosse esperança, ah mas se fosse esperança do novo, ela graciosamente pintava de azul. A cor da esperança de tocar o ceu, ja que ate então, não se tinha ainda colocado o ceu em potes de cor. Esperança tambem de um dia sentir o cheiro daquilo salgado que lhe tilintaria os olhos de felicidade e arderia o coração de pensar na imensidão de se sentir pequenina e enorme.
Existia dias não muito raros que ela pintava o p'e esquerdo de verde e o direito de azul, as vezes fazia ondas outras não, como se falasse calada.
Era a unica nega a ter pes cor de mar e purpura por de traz dos olhos daquela região que podia se escrever por letras e numeros.
com os dedos na terra e um amor infinito, toda noite como era bonito de se ver e sempre ressaltava ela devemos fazer, a nega ia se despedir do sol,
um habito um tanto bobo e infantil que so mesmo tendo a plenitude de criança e o desprendimentos de quem 'e bobo para se entender.
segundo a propria em carta redigida a punho na terra com simbolos que para ela era melhores do que as letras e numeros de seu lugar amado dizia:
Nunca deixe de se despedir de alguem, ir embora 'e sempre uma atividade importante e necessaria mesmo que não pareça de imediato. quem vai sempre reconhece a necessidade de ir e quem fica sempre percebe a importancia da viagem ou do viajante.
e ela vai alem,, ela explica aind acomo se da uma despedida que pelo que entendi vai do grau de amor feito pelos olhos e pela distanicia
1) quando o rencontro e breve pode-se dar um "inte" ou "tchau" distante, normalmente acompanhados de aceno de mãos.
Modestia parte não gosto muito desse estilo apesar de ser muito usado
2) quando se demora um certo tanto que não chega a ser um tantão para rever a pessoa. Dar -se o "tchau" e em seguida um abraço muito demorado porem apertado
3) ja para tantos de distancia consideraveis deve-se dizer se vai ou não sentir saudades, logo depois o abraço seguido de beijo.
Ps.: em caso de duvida sobre a saudade e sempre bom dizer que ela vai existir, e como se plantassemos roseiras no coração dos outros, aquelas coisas bonitas, coloridas e cheirosas que aguentam solos que tilintam e sol que gostam de pes pintados de mar
4)o quarto modelo e mais dificil de se encontrar pois necessita de um aprochego de almas maior, oque o torna bonito e raro. e utilizado quando não se sabe quando sera o reencontro. nele e bom um beijo apos ou entre a saudade e o abraço sem se esquecer do sorte na vida e espressão de fe nos olhos.
5)este e o mais raro pois não exige so um aprochego de almas, mas e necessario não ter ou doar amor, mas cria-lo oque se faz com os olhos e certamente por isso e o mais encantador, possivel de se contar nas pontas dos dedos. Essa modalida ocorre quando não se sabe se havera reencontro, 'e quando se sabe que se encontrou um outro que lhe possibilita conhecer o seu eu proprio e a magia que existe ao redor dos cilios que não enchergamos. Nesse caso não se fala sobre saudade e não precisa desejar sorte. Se faz amor pelos olhos em meio a silencio de boca e barulho de coração, se da um beijo leve, pois quem vai precisa de leveza, um abraço, não muito apertado ja que e necessario liberdade, mas demorado o suficiente para gravar o cheiro do pescoço e a textura do cabelo, o calor do corpo o tamanho da pessoa e o arrepio no coração.
gostaria de dizer, diz ela, que todas as modalidade devem ser acompanhadas sem lagrimas ou aperto e sim com um sorriso ja que se reconhece a necessidade e a importancia do afastamento... mas as lagrimas são bem-vindas ja que molham a roseiera, porem não se esqueçam que o sorriso acalenta e se torna força que mantem a roseira em pe.
e la ia ela cheia de suas teorias se despedir do sol, com seu passa-tempo preferido... ver o tempo passar. Ela adorava ver as cores mudando ao longo do dia e pensava como seria bonito aquilo tudo com o mar. quando chegava a lua ela pensava em alguem pra amar e ficava encantada com tamanha luz... a lua por la era gigantesca e tão iluminada que tornava a menina pedaço de estrela.
ela se sentia s'o dentro dessa multidão imensa que transborda ao seu lado e que sem querer roubava-lhe os espaços
ela sentia saudade de pessoas especificas e de amores vividos,,, não de todos,, mas de uma boa parte...
sentia aperto tambem na imagem dele sentado e dela mesma deitada no seu colo,, do lado do lago quadrado...
uma sensação estranha tendo em vista que os dois nunca se tocaram ou trocaram olhares,, estranha pois a musica dos sorrisos ecoam...
e quando a campainha tocava ela acha que pode ser ele voltando e o coração se enche
e quando ela acorda nas manhãs azuis de raios timidos ela sabe que o novo sempre chega e lhe vem o sorriso aos ouvidos
por'em, entre tanto, ela prefere o pintar os pes com seus mares ceu ou arvore que a presenteia pelos dias com flores estrelas
11 de março de 2010
amora!
E a menina abriu sutilmente seus dedos para colher aquela esperança ainda em flor
Esperança de esperar a vida e o sorriso do menino galego,
Seu coração ainda palpitava e uma angustia batia
Batia forte também a vontade do desconhecido
Os olhos brilhavam acreditando na sorte de se esbarrarem pelas ruas de outros continentes
Aqueles ainda inabitados por ela
Aqueles onde ele vagava livremente desvendando seus próprios mistérios
Ela estava indo embora aos poucos,, algumas vezes até se dizia que ela não estava mais ali apesar de seu corpo.
E tudo dentro dela era graciosamente desajeitado e lúdico.
Ela esperava,esquecia, esparecia... mistura de esperar e esquecer
E amora era ela, do amor de muito dele, do amorcer... combinado de amor e ser, deles
E talvez apesar dos cabelos lilás, ela agora fosse um tanto mais azul, a cor dos zoinhos dele
Era areia entre os dedos, mar no corpo, gosto de céu na boca, borboletas voando e sol indo dormir, cintilante entre azul e o rosa.
Era sorriso largo incontido, antena ligada, reverberações com arrepio e cheiro de biju,, dos beijos e dos cheiros de lá ...
E ele não era loiro e nem moreno, nem branco nem pintado, não tinha olhos claros e nem escuros, embora se visse azul
Ele era a chance da cor do novo dia...
O acalento da nova noite...
Com o brilho de lua nos olhos e o lilás na pele e o coração colorido do azul ....
18 de fevereiro de 2010
como quem escreve seus sonhos nas arvores
Em cada olhar daquela manhã um tanto nebulosa...
Havia ainda a escuridão sem estrelas
Os trejeitos deles se confundiam
Por hora ela estava tímida demais para sorrir de canto de boca
embora gostasse das coisas encantadas
Ela aprenderá com aquele eu escondido no fundo de seu baú
a fugir e a ter vergonha do acaso e das novas
A folia se fazia por todos os lados
menos naquele pedaçinho de boca
Que tinha medo do tic-tac ter passado e de nada ter adiantado,
de toda verdade que sentiu ter se diluído pelo vento que não soprava
e ter virado um tipo de passado ao invés de futuro - Aquilo que vai ou tem que acontecer,, porque embora esteja no futuro há um tanto de passado contido que destina o presente... como quem escreve seus sonhos
nas arvores e sorri pros seus amores em dias de sol.
Ela sentia seu coração novamente pequeno e embaraçado
Por vezes ardia aquele grão de areia que ficava por debaixo das unhas
Aquele que incomoda, mas lembra mar...
O coração fervilhava, ela se escondia
E o pouco de coragem que ainda se fazia presente
a transformava em semente certa que era preciso morrer um tanto pra viver mais
Dele ela não sabia...
Nem dele nem das suas vontades, mas hora ou outra ela o via nas paredes,, nas ruas, na sua vida....
20 de janeiro de 2010
sufocada pelo ar
Ela nunca vai ser a menina que vai arrancar os sorrisos do papai
E nem muito menos ser o orgulho da mamãe
Os outros reconheceram de longe a loucura
Os poucos com olhar mais atento chegaram a ver certa virtude
Ela desde sempre vai saber das dores do mundo
Vai plantar sonhos e acreditar em verdades mal ditas
Vai rir quando perceber que apostou suas fichas nos buracos da vida
Ela beberá remédios tentando esquecer o que não se esquece,
Fará fumaça tentando se encontrar
E vai se afogar toda vez pra viver um pouco mais
E não riam dela
Porque mesmo assim ela vai dizer ser feliz,,
E dentro daquilo que ela possui entre seus dedos ela realmente é
Olhe com atenção sua aparência bonita e estranha e perceba
Que ela não é a vitima
É apenas a mulher que tentou deixar de ser menina
E se perdeu no caminho
Por não acreditar que aquele fosse o caminho dela
Por não acreditar no mundo que se fez
E por ser pesar
Não levem a mal se ela for embora assim
Ela não encontrou ligação com a realidade que á cerca
17 de janeiro de 2010
catando conchinhas
Vejo o tempo passar, a contagem regressiva das pessoas, e aqui tudo é rápido, porém minha espera não tem parada e nem pretensão de ter fim;
A saudade sufoca e um tanto de arrependimento me assola, parece que perdemos a hora certa, perdemos aquele instante antes das mãos se tocarem no meio da rua.
A sua ausência se faz presente em cada novo minuto, debaixo d’água, nas árvores, no teto destrelas, no calor dos dias, no café da manhã e no silêncio das noites
Me pergunto quantas reverberações ainda sentirei e como é possível sentir isso só, sentir sem ti?
Sei que posso estar sendo injusta colocando você ou a sua falta como causa fundadora dessa tristeza que me consome, mas não me entenda mal é que ando me sentindo pela metade, pela periferia de mim mesma.
E essa falta de pontos finais, me causa embaraço, enjôo e por vezes risos largos que quando chegam provocam maresia nos olhos e soluço no coração. O poder avassalador dos risos que apagam qualquer espécie de sofreguidão anterior.
Por muito pensei q só precisaria ouvir você dizer que me ama, que precisava de teu aprochego.
Na verdade meu querido, eu preciso te dizer que te amo e me libertar um pouco mais dos meus silêncios e da minha criatividade obscura para casos de amor impossíveis.
Talvez te ame pelo simples fato de não precisar de você ou ame você demais só por não ser o certo... mas quem vai a juízo?
E de repente como um soluço de esperança, nesse coração já contido, te vejo chegar e sorrir pela janela... e estais aqui.
Maresia nos olhos,
coloridos na boca
e tudo se apaga,
pela presença ilusória de ti...
A saudade sufoca e um tanto de arrependimento me assola, parece que perdemos a hora certa, perdemos aquele instante antes das mãos se tocarem no meio da rua.
A sua ausência se faz presente em cada novo minuto, debaixo d’água, nas árvores, no teto destrelas, no calor dos dias, no café da manhã e no silêncio das noites
Me pergunto quantas reverberações ainda sentirei e como é possível sentir isso só, sentir sem ti?
Sei que posso estar sendo injusta colocando você ou a sua falta como causa fundadora dessa tristeza que me consome, mas não me entenda mal é que ando me sentindo pela metade, pela periferia de mim mesma.
E essa falta de pontos finais, me causa embaraço, enjôo e por vezes risos largos que quando chegam provocam maresia nos olhos e soluço no coração. O poder avassalador dos risos que apagam qualquer espécie de sofreguidão anterior.
Por muito pensei q só precisaria ouvir você dizer que me ama, que precisava de teu aprochego.
Na verdade meu querido, eu preciso te dizer que te amo e me libertar um pouco mais dos meus silêncios e da minha criatividade obscura para casos de amor impossíveis.
Talvez te ame pelo simples fato de não precisar de você ou ame você demais só por não ser o certo... mas quem vai a juízo?
E de repente como um soluço de esperança, nesse coração já contido, te vejo chegar e sorrir pela janela... e estais aqui.
Maresia nos olhos,
coloridos na boca
e tudo se apaga,
pela presença ilusória de ti...
13 de janeiro de 2010
coisas do baú II
Num bloquinho papel e papelão
Pilo e coração
Num bloquinho aquelas letrinhas,,
Roxas ou lilás
Aquelas letras de paz
Tanta contextualização
Tantas nuvens, tantas emoções
Só pra sentir, só pra ter noção
Da cor; do gosto e daquele sorriso iluminado
E leve que surgiu aos olhos dele
Tanto embolo;; tanto rolo;; tantas voltas
Aquele gosto de criança,
Aquele gosto de lua
Só pra a ouvir dizer:
Sou tua
coisas do baú I
E depois de tanto andar, de tantos desertos e jardins, de tantas flores
Ela se viu.
Percebeu como cada caminho, cada escolha, era única.
Percebeu também,que o estado de descoberta é maior que a descoberta de fato
e o fato de não se descobrir
e que nem mesmo o mar_amado_mar, nem as areias,
nem mesmo aquelas flores do jardim
se comparavam como a ter a liberdade de ter um lar para se Rê tornar.
Ela despertava, aos poucos,
e o que se fez clarão
foi se apagando aos poucos
como um vaga-lume que perde a vida,,
fez silêncio
Ela já não tinha pra onde voltar,,
Ela já não sabia se ali ainda existia algum espaço de amor.
coisas do Baú
Em todas as palavras escritas até aqui
E todas as músicas cantadas por ti.
Me trazem um rasgo de angustia
E um sorriso indiscreto
Pensando em você o dia inteiro
Pensando em você para sobreviver
Nessa imensidão de pequenas coisas
E grandes histórias
Você sorria pra mim
Sim, eu te via embaraçado
E você se fez embaralhado dentro dessa mente
Atordoada.
E todas as músicas cantadas por ti.
Me trazem um rasgo de angustia
E um sorriso indiscreto
Pensando em você o dia inteiro
Pensando em você para sobreviver
Nessa imensidão de pequenas coisas
E grandes histórias
Você sorria pra mim
Sim, eu te via embaraçado
E você se fez embaralhado dentro dessa mente
Atordoada.
5 de janeiro de 2010
Por amor, ou por besteira?
E foi por besteira que decidiram se conhecer,,
Mistura de dois mundos que talvez só Verger pudesse explicar,,
Ele tinha todos os detalhes que nela se encantava mais
noite escura., céu estrelado e lua encarnada
Os detalhes eram brilhantes e a realidade obscura
Ela procurava um herói não tão convencional,,
Amor de brincadeira
Estranhos laços e idéias ...
O mesmo bairro,,
As mesmas coisas
Os mesmos bares
E nunca mais se viram
Não há nada mais passional do que a solidão em pequenos metros...
Quando ainda se nota no meio do asfalto,
pequenos soluços,
Existe ainda um tanto de amor
escondido no canto do sorriso dela
indo em direção a Ele!
"A menina esperava seu homem chegar
E olhava todo dia a linha do mar
Ele só quer escutar o que ela quer dizer
Ela sabe do desejo do seu coração
Aí ela disse: vai querer?
O menino esperava sua mulher chegar
E andava todo dia em cima do mar
Ela só quer escutar o que ele quer dizer
Ele sabe do desejo do seu coração
Aí ele disse: por amor, ou por besteira?"
Chico Science
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