Um primeiro amor, o céu..
O céu de menina que olhava como se o brilho das estrelas se consistissem no brilho dos olhos dela, tratava a lua como mãe e foi dela quem pediu a primeira benção.
Estranho, ela nunca contou quantos vagalumes no céu voavam longe o alcance das suas mãos..
A primeira gratidão foi ao sol que esquentava aquelas manhãs um tanto frias da serra....
Depois re reconheceu o mar, aquele espelho....
Que em noite de lua fazia com que os vagalumes tomassem conta de seu corpo dentro d’agua fazendo dela assim, pedaço de céu pleno. Areia entre os dedos, gosto de sal, cheiro de maresia, calor. Foi o amor novamente.
Mais tarde enquanto aprendia a ser e crescer, se soube flor. E talvez, nessa transição tenha e preparado a olhar-se de modo consciencioso e perceber desta maneira a sua plenitude, a qual ela ainda busca palavras para explicar e um bom conceito para dar nome a esse estado... pensou em “luminescência” mas ainda não é isso.... bobagem de menina que gosta de dar letrinhas a tudo.
Porque essas letrinhas sempre foram de certo um amor, e amor não se guarda, se emana
então ela tenta dar a quem pode letrinhas... dar a quem pode amor.
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