As sensações podem ser assim fluidas,,
ela não quer tudo,
mas quer viver aquilo que escapa pelas pontas dos dedos e faz cócegas na palma....
Por gostar do sem fim,,
Por gostar do gosto de encantamento...
das coisas sem nome, sem apego,,
Ele coloriria os dias dela e encantaria suas noites
saberia que veio de lá, que veio da terra
e que como forma de gratidão ao todo voltaria para onde veio...
não teria medo da morte e o mais importante não teria medo da vida,
nem dos sorrisos incontidos provocados,,nem das palavras que causavam paura
Se a pedra fosse alta ele pularia... e diria vem
Suave como a chuva que cai lá fora aos poucos,
com aquele cheiro de terra molhada inebriante
Forte como o sol que clareia e causa rebuliço...
Seriam beijos sem trégua e um modo amoroso de apresso imenso
28 de dezembro de 2009
24 de dezembro de 2009
a procura do castelo
Poucas coisas mudaram,
além, da grande vontade de ser mais alguma coisa
de construir o castelo, seja ele, de nuvem ou de pedras
Devo confessar que muito disso teve dedo do menino
que sempre esteve por perto a 12 mil kms,,
A amizade dele representava nela algo grandioso que não se cabia direito
E um dos presentes que ele dera a ela foi á palavra praticidade
até então, desconhecida do léxico dela.
No inicio, não se sabia bem onde colocar as mãos ou conter o riso daquela estranheza,,
Ás vezes, ela se complicava um pouco...
Mas foi bem assim...
Por final, ela esquecerá o passado...
Levava com graça o presente...
E nem pensava no futuro...
Pensava somente no castelo
Um de pedras ou de nuvens
Que ia construir no iniciar de cada novo dia
Que ia sonhar a cada nova noite!
Porque é importante ter um lugar para se chamar de seu!
23 de dezembro de 2009
poeminha amoroso
"Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu…
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu…
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo…
eu te amo, perdoa-me, eu te amo…"
Cora Coralina
tão meigo, tão terno, tão teu…
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu…
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo…
eu te amo, perdoa-me, eu te amo…"
Cora Coralina
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