27 de abril de 2010

Sabrina!!

"Algo em comum, uma em outra, sem sequer saber ou querer. Como o frio quando dói por entre o dentes, quando o como.Sem querer o tempo. Temos algo em comum, como o irriquieto movimento das pálpebras, como durmir. Como o medo das coisas grandes e dos contrários.Gosto dos contrários do que digo que escrevo que gosto, porque assim não se sabe, do que sou.Algo em comum como não querer, sem saber do tempo. Sem ter frio, muitas vezes, sem mexer as pálpebras."

http://quartofechado.weblog.com.pt/arquivo/photografia/m1.html

Dois Presentes: Dois maravilhosos presentes dela pra eu!

25 de abril de 2010

hi!!

Ele já se chegou fazendo cafuné,
o segundo passo foi me mostrar o seu jardim
como se não bastasse me deu flores
e quando eu já achava que era demais
me pediu em casamento,, me deu opções
e massagem.

Cabelos longos, mãos grandes
uma tentativa de barba...
um sotaque estranho,,
homem livre ou autônomo
gosta de fazer tudo bem feito
musico de bom gosto
possuidor de geladeira e fogão vermelhos
e de parecer bem inteligente

Olhando-o assim quase pareço indefesa
mas ainda faço graça com esses casamentos
com essas filosofias e amarrações!

Crendo no que me é bonito
me ame pacificamente
sem esperas, sem esperar
amanhã a gente vê como fica
e ficamos assim até o sol chegar
nessa sensação saborosa!

21 de abril de 2010

no mundo dela!


os dias de chuva consomem um tanto a menina,,
ainda mais quando ela se encontra do lado de dentro dela mesma
talvez seja porque a água que escorre na rua
vira caraminhola dentro dela
talvez se ela estivivesse no meio da água seria uma benção dos céus
regando o sorriso,
aqueles pingos no seu corpo... estado de alegria e saudade...
seria a fé que a chuva lava a alma e muda os caminhos
ai ela não necessariamente ia continuar gostando dele
ele não necessariamente ia continuar pensando nela
existiriam outros tipos de barba pelo mundo
sei lá... azuis, pretas, roxas e loiras
e as ruivas não seriam mais as únicas
os olhos não seriam só verdes ou azuis
seriam também castanhos, cinzas,cor de mel ou de lua
as coisas não se dividiriam em perto ou longe
e sim,, em próximo e muito próximo
seria aceitável amar duas pessoas
ou somente gostar delas simultaneamente
sem ter que haver escolhas
e o tempo se tornaria largo para que o aprochego durasse o suficiente
os negrinhos seriam feitos de galegos hermosos
e seria possível amolegar o vento e os sorrisos!

19 de abril de 2010

Se traz o amor e me faz dançar...


"Saborosa sensação
De te ter mais uma vez
Dividir todo recheio
Sem ter medo de viver"

15 de abril de 2010

oenrolodoenrolado

existe um embaralhado por aqui
e algo que aumenta e diminui...
o sorriso ta largo,,
um misteriozinho na barriga
um tanto de saudade,,

um estado de amor latente...

um não sei oq por não sei quem...

LIBERDADE

e é tudo por AMOR e por BESTEIRA!!

é por ele e por aquele também

ou por ninguem,, mesmo
é a vontade se sorrir

barba pra brincar

e o apego começa e se desfaz,, ahh e como faz
esse tal de bem querer
cosquinha no pé e besteiras,,

e é tudo bom e bonito...
saudade do samba de lá
de bater na palma e girar na roda
saudade do rio e uma vontade de aqui ficar

é que todo mundo sabe o que era pra ninguem saber
um segredo espalhado
aiii aii perigo ao anoitecer

mas eu não conto se tu não contar!
e diz ai: vai querer???

12 de abril de 2010

ele é o meu estado latente de amor...

"...pra falar ate tendo dmais e sem saber por ond ou o q se diz qdo o sentido falto e diferenças se fazem os ausentes d se estar e ser..
vontade d comun unicar,, vontade d ter o qerer sem saber,,, perdido em algum lugar por dentro,, profundo e aberto,, sentindo cheio e oco,,
nao sei ond to,, qisera ter o agora,, em vc,, e bem ai tao perto e justo e so t sendo,, absinto-me d ti,,,
nem sempre tao vivo e ao vivo,, quase apagado,,,
to em fases d mingua,, espero ainda ser ainda quando o quando chegar,,

pelo menos ainda sei q me ouves quando lhe amando lhe emano e mando algo d q nao sei (d)escrever,, e tuas palavras me chegam e esticam-me um pouco um certo canto da boca fazendo ate se parecer com um sorriso pros q veem derrepente e vem de repente,,

e.. amor,, mór, maior..."

quando li... tudo foi ficando pequeno,
o coração quase não me dava espaço,
 era ele novamente ou a gente se perdendo...
parece q tudo ja sumiu daqui,
mas ainda há um embaralhado q nele me liga
e me faz sem saber de tudo q se passa...nele_neu
é quando tudo oq se sente por cá.. bate no coração de lá...
ta tudo muito confuso... ta tudo meio assim
eu sei que ele me entenderia pelo simples fato d'eu procurar entende-lo...
o amor continua sendo de muito e maior
é que ele vai ser sempre ele,,
é que eu vou sempre ser eu
não vou conseguir omitir oque sinto
e nem desgostar do que gosto
e quase ninguem vai entender...
mas ainda espero sem esperar (rss)
um dia de sol tudo vai se clariar
nun dia assim eles vão entender
não,, ele não é o meu namorado
ele é o meu estado latente de amor...

8 de abril de 2010

é

Parece brincadeira,, e foi por besteira novamente...
e dessa vez arrisco a dizer seriamente que eu não queria...
um não querer como correr em camera lenta
e as mãos gélidas ficam soltas
sem caminho...
e as coisas ficam na cabeça,,
não é querer só pra mim...
mas um pouco mais...
e depois tudo se refaz
vai faltar um riso incontido
vai sobrar espaços
talvez seja o certo
talvez não

como se certo e errado fizessem parte...


"Falta tanta coisa na minha janela
Como uma praia
Falta tanta coisa na memória
Como o rosto dela
Falta tanto tempo no relógio
Quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência
Que me desespero
Sobram tantas meias-verdades
Que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos
Que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço
Dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer
Que nunca consigo
Sei lá,
Se o que me deu foi dado
Sei lá,
Se o que me deu já é meu
Sei lá,
Se o que me deu foi dado ou se é seu
Sei lá... sei lá... sei lá....
Se o que deu é meu...
Vai saber,
Se o que me deu , quem sabe?
Vai saber,
Quem souber me salve
Vai saber,
O que me deu, quem sabe?
Vai saber..."

6 de abril de 2010

algo inacabado....



O sol se levantava pontualmente as seis e dezoito da manhã do dia de sabado, acordando a nega pela janela da casa de estuque.
Começava sutil com raios aconchegantes pelos pes e gradualmente de forma delicada lhe subia as pernas ate a face,
ficava assim na altura dos olhos como quem pede para ser visto, era o modo gracioso de dar bom dia a menina.
Segundo as lendas ao redor de Mali, o país que carregava nela a batida africana do coração, era assim que se fazia amor, pelos olhos...
As cores da menina que habitava aquela cidade, escrita tambem por numeros e letras 11° 16' 0"N, 6° 30' 0" W, era diferente, enquanto as mulheres usavam o verde, amarelo e vermelho a menina era purpura no cabelo e por detras dos olhos.
Com a facerice nas mãos e uma certa magia ela cuidadosamente pintava os pes com mar, aquela agua salgada, imensa, onde se 'e mais leve e não se precisa de vento para sorrir.
O mar dela era verde cristalino ou azul iluminado, dependia muito do que nela havia, se era saudade e solitude, que nada tem haver com sofrimento, era verde. Mas se fosse esperança, ah mas se fosse esperança do novo, ela graciosamente pintava de azul. A cor da esperança de tocar o ceu, ja que ate então, não se tinha ainda colocado o ceu em potes de cor. Esperança tambem de um dia sentir o cheiro daquilo salgado que lhe tilintaria os olhos de felicidade e arderia o coração de pensar na imensidão de se sentir pequenina e enorme.
Existia dias não muito raros que ela pintava o p'e esquerdo de verde e o direito de azul, as vezes fazia ondas outras não, como se falasse calada.
Era a unica nega a ter pes cor de mar e purpura por de traz dos olhos daquela região que podia se escrever por letras e numeros.
com os dedos na terra e um amor infinito, toda noite como era bonito de se ver e sempre ressaltava ela devemos fazer, a nega ia se despedir do sol,
um habito um tanto bobo e infantil que so mesmo tendo a plenitude de criança e o desprendimentos de quem 'e bobo para se entender.
segundo a propria em carta redigida a punho na terra com simbolos que para ela era melhores do que as letras e numeros de seu lugar amado dizia:
Nunca deixe de se despedir de alguem, ir embora 'e sempre uma atividade importante e necessaria mesmo que não pareça de imediato. quem vai sempre reconhece a necessidade de ir e quem fica sempre percebe a importancia da viagem ou do viajante.
e ela vai alem,, ela explica aind acomo se da uma despedida que pelo que entendi vai do grau de amor feito pelos olhos e pela distanicia
1) quando o rencontro e breve pode-se dar um "inte" ou "tchau" distante, normalmente acompanhados de aceno de mãos.
Modestia parte não gosto muito desse estilo apesar de ser muito usado
2) quando se demora um certo tanto que não chega a ser um tantão para rever a pessoa. Dar -se o "tchau" e em seguida um abraço muito demorado porem apertado
3) ja para tantos de distancia consideraveis deve-se dizer se vai ou não sentir saudades, logo depois o abraço seguido de beijo.
Ps.: em caso de duvida sobre a saudade e sempre bom dizer que ela vai existir, e como se plantassemos roseiras no coração dos outros, aquelas coisas bonitas, coloridas e cheirosas que aguentam solos que tilintam e sol que gostam de pes pintados de mar
4)o quarto modelo e mais dificil de se encontrar pois necessita de um aprochego de almas maior, oque o torna bonito e raro. e utilizado quando não se sabe quando sera o reencontro. nele e bom um beijo apos ou entre a saudade e o abraço sem se esquecer do sorte na vida e espressão de fe nos olhos.
5)este e o mais raro pois não exige so um aprochego de almas, mas e necessario não ter ou doar amor, mas cria-lo oque se faz com os olhos e certamente por isso e o mais encantador, possivel de se contar nas pontas dos dedos. Essa modalida ocorre quando não se sabe se havera reencontro, 'e quando se sabe que se encontrou um outro que lhe possibilita conhecer o seu eu proprio e a magia que existe ao redor dos cilios que não enchergamos. Nesse caso não se fala sobre saudade e não precisa desejar sorte. Se faz amor pelos olhos em meio a silencio de boca e barulho de coração, se da um beijo leve, pois quem vai precisa de leveza, um abraço, não muito apertado ja que e necessario liberdade, mas demorado o suficiente para gravar o cheiro do pescoço e a textura do cabelo, o calor do corpo o tamanho da pessoa e o arrepio no coração.
gostaria de dizer, diz ela, que todas as modalidade devem ser acompanhadas sem lagrimas ou aperto e sim com um sorriso ja que se reconhece a necessidade e a importancia do afastamento... mas as lagrimas são bem-vindas ja que molham a roseiera, porem não se esqueçam que o sorriso acalenta e se torna força que mantem a roseira em pe.
e la ia ela cheia de suas teorias se despedir do sol, com seu passa-tempo preferido... ver o tempo passar. Ela adorava ver as cores mudando ao longo do dia e pensava como seria bonito aquilo tudo com o mar. quando chegava a lua ela pensava em alguem pra amar e ficava encantada com tamanha luz... a lua por la era gigantesca e tão iluminada que tornava a menina pedaço de estrela.
ela se sentia s'o dentro dessa multidão imensa que transborda ao seu lado e que sem querer roubava-lhe os espaços
ela sentia saudade de pessoas especificas e de amores vividos,,, não de todos,, mas de uma boa parte...
sentia aperto tambem na imagem dele sentado e dela mesma deitada no seu colo,, do lado do lago quadrado...
uma sensação estranha tendo em vista que os dois nunca se tocaram ou trocaram olhares,, estranha pois a musica dos sorrisos ecoam...
e quando a campainha tocava ela acha que pode ser ele voltando e o coração se enche
e quando ela acorda nas manhãs azuis de raios timidos ela sabe que o novo sempre chega e lhe vem o sorriso aos ouvidos
por'em, entre tanto, ela prefere o pintar os pes com seus mares ceu ou arvore que a presenteia pelos dias com flores estrelas