8 de maio de 2009

mais flor


E nem todos os dias
nem todas as cores podiam fazê-la sorrir mais.
O divino se fazia na linha tênue do céu e do inferno.
Por vezes,, o corpo dele era sorriso
por vezes, era lágrima.
E Ela não se cansava de chorar rindo.
O reconhecimento da dor nela não era silêncio...
era Voz, não tão suave... Nem tão fria.
Admitia Ela que sentia sua gigantesca alegria em meio aquilo tudo.
Um embaralhado de sentimentos tão infinito quanto suas flores.
E a chuva incessante, dentro e fora do quarto,
fazia dela mais Flor.
Fazia chuva.
Fazia Amor.

PS.: corrigido por uma abelha.

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