28 de dezembro de 2009

suave como a chuva!

As sensações podem ser assim fluidas,,
ela não quer tudo,
mas quer viver aquilo que escapa pelas pontas dos dedos e faz cócegas na palma....
Por gostar do sem fim,,
Por gostar do gosto de encantamento...
das coisas sem nome, sem apego,,
Ele coloriria os dias dela e encantaria suas noites
saberia que veio de lá, que veio da terra
e que como forma de gratidão ao todo voltaria para onde veio...
não teria medo da morte e o mais importante não teria medo da vida,
nem dos sorrisos incontidos provocados,,nem das palavras que causavam paura
Se a pedra fosse alta ele pularia... e diria vem

Suave como a chuva que cai lá fora aos poucos,
com aquele cheiro de terra molhada inebriante
Forte como o sol que clareia e causa rebuliço...
Seriam beijos sem trégua e um modo amoroso de apresso imenso

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