5 de novembro de 2009

namorado

Talvez eu tenha gostado do modo gracioso do respeito que dentro dele se enchia por mim...
Talvez tenha sido pelo zelo,
talvez tenha sido pelos olhos tristonhos que agora vejo mudar aos poucos por algo mais tranqüilo e prazeroso
Talvez, possa ser pelo prazer, pelo prazer do amor tanto dos corpos quanto dos aprochegos e cheiros...
além do apelido que deixava claro a função de cada um na vida do outro
Que não era o de tão somente amar, mas o de compartilhar... e de tentar ser o que for dentro daquela brincadança
Parece-te pasmaceiro,, calmo
Mas era ele e eu
Numa intensa descoberta e desbaratinado de verdades
Era lua cheia,
E sorriso intrigante no meio de lagrimas
Ele foi o meu homem
E eu fui a mulher dele
Não a primeira e nem o primeiro
Muito menos o ultima ou a ultima
Tantas coisas já vivemos...
Mas eu fui a primeira ela
E ele foi o meu primeiro ele

E tinhamos tudo
E brincávamos de nada
Hoje resta a saudade e aquele sorriso
Hoje resta aquele sorriso e saudade

Amei outros e foi singelo e verdadeiro
Tentei esquecer por varias vezes e as vezes nem se quer me lembrei
Mais ainda ta aqui...
De certa forma sem querer ser mais do que sou e nem menos do que fui
Gostaria de dizer que é o lado de cá que eu conto e questiono
Não o lado de lá... nem o seu lado...
Veja bem,, tome cuidado
Não é uma ligação radioamoronica como tenho com certo ser
Mas não sei, porque teimo em dizer que ele é o homem da minha vida
se agora vivemos de passado
E o tenho não ao meu lado,, mas em certas extremidades
é simplesmente falta de coragem por saber que o mundo são as possibilidades....

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