27 de março de 2009

Lembranças de Lore !


me prometa vida e liberdade que eu faço luzir os dias e brinco com suas estrelas...
e foi bem assim,, ela sentiu medo, mas sorriu.
Sorriu porque o medo fazia parte da descoberta, assim como o sorriso era parte do caminho.
Ele cantava e ela na sua incoerência, rebeldia, infantilidade ou somente inconseqüência se perguntava o que era liberdade de fato.
Como ele não poderia gostar de ser,, de liberdade e de se perder também.
Por que ele amava sem amor e sentia tanta dor??
Fez-se um clarão e de repente ela descobriu que o amor é um embaralhado de sentimento e que nele o ciúme e a dor fazem parte e par, e por isso é que podemos ser amor e não queremos o ser. Temos a cada dia mais pavor dessa palavra de quatro letras e de significado grandioso.
Clarice já tinha lhe dito, e ela agora entendera.

Lágrimas escorreram no rosto dele,
como se fosse um grito de verdade.
Ela com medo não dissera,, medo não da reação dele,
mas do clarão que houvera e do caminho novo que se abria.
Entre os corpos entrelaçados a verdade se fazia...

Ela por um momento brincou com as estrelas dele e ele fez luzir o dia dela.

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